sOPa dE LetRiNhAs

Paixões: Escrever e cozinhar. Artes consumadas quando consumidas. Dividir meus pensamentos e sabores... O que fica da arte de cozinhar só vem depois da degustação: Um punhado de leveza, outro da melhor recordação. Da arte de escrever fica o alívio do desabafo, vai metade de quem escreve e fica metade de quem lê. Esse é o toque especial da minha sopa de letrinhas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009


Andando sobre os arrecifes, seguindo uma luz, machucando um pouco os pés, dando uma pausa pra assistir as ondas quebrando nas pedras, o brilho da lua sobre o mar... Momento de reflexão. E a vida é isso mesmo. Caminhar por terrenos difíceis, que podem machucar, é tentar seguir uma luz, procurar um ponto de apoio e evitar as quedas, descobrir o que há de belo nesse caminho, superar as dificuldades, guardar as boas lembranças. Mas foi só um passeio sobre arrecifes, a vida é bem mais complexa. E agora... agora não sei! Não sei se esperança, não sei se "deixo tudo como estava".

sábado, 17 de outubro de 2009

Quando o passado ensina a dançar a dança da vida!


Sabe quando o seu coração tá cansado? Quando você resolve que aprendeu, que não vai repetir os erros, mesmo correndo o risco de estar redondamente equivocada? Pois bem, hoje resolvi arriscar, resolvi olhar um pouco para o meu passado e trazer as suas lições para o presente. Sim, como um presente a mim mesma. Como uma obrigação que eu tinha comigo mesma de tentar ser feliz por completo. Nada de mais ou menos. Agora, não recebebo nada inferior a 100%. Confesso não estar pronta para dar em troca, e de igual tamanho, essa dose de entrega e felicidade. Mas juro que ao primeiro sinal de um cara inteiro, forte, disposto a 100%, meus conceitos serão revistos. Eu tinha mania de sonhar, de acreditar que "dessa vez" vai ser diferente, que a tristeza não se abateria sobre mim e a felicidade seria plena. Eu fazia uma espécie de revezamento entre sonhos e planos. Acho que esse era o meu erro. Entendi que "deixar rolar" é o mesmo que arriscar no sofrimento, e principalmente quando o outro também anda desacreditado, judiado, sofrido. Como alguém estando "mais ou menos" pode me fazer feliz? Ou mesmo tranquila, serena, segura? Se deixa rolar quando há pessoas inteiras, resolvidas, sem medos, sem traumas ou um pézinho atrás. O medo alheio vai tolhir a nossa liberdade, a liberdade pra sonhar, e viver sem tal direito seria uma vida "mais ou menos". Não, eu não quero esse tipo de vida. Já sofri demais me entregando a projetos falidos. Continuarei serena, certa de que encontrarei o meu "José", o meu companheiro para neosaldinas, um par para a versão sertaneja de Legião Urbana, um amigo para os problemas, um parceiro para as alegrias. Alguém que depois, mesmo que termine, eu olhe e pense: "Poxa, valeu muito à pena." Porque isso é o fundamental: dar certo enquanto durar, e não durar a vida toda, mesmo não dando certo!!! A sorte está lançada =D

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Novelas do Maneco


Eu queria ser uma personagem de Manoel Carlos. Queria ser riquíssima, linda, viajar de uma ponta a outra do mundo em apenas um capítulo, como quem vai de Recife a Olinda. Tudo bem que a protagonista de suas novelas, a Helena, quase sempre possui uma vida monótona, um homem que não a faz mais feliz e algum drama muito pesado na família. Mesmo assim eu queria. Ao longo dos capítulos, a helena encontra um amor do passado (O Marcos, sempre ele) que está solteiro e cheio de amor para dar, que a venera, que é lindo e maravilhoso, que anda de helicóptero, tem lancha, conversível, seduz qualquer mulher que passar por sua frente com apenas um olhar. Os dramas de família sempre se resolvem, mesmo que seja na delegacia, e nesse contexto a palavra monotonia nem cabe mais, né? Na novela atual, Viver a Vida, a "Helena protagonista" nem com chapinha no cabelo precisa se preocupar, ela é muito natural e aquele cabelão (que na minha opinião é uma moita mesmo) compõe a imagem da boa moça que se aceita exatamente como é, ela é do tipo "bem resolvida". As outras mulheres da novela, que não são a Helena, também vivem seus dramas, são quase sempre mulheres infelizes e insatisfeitas, principalmente com namorados, noivos ou maridos. Bom, algumas resolvem o problema encontrando um gato de parar o trânsito na academia, fazendo fotos sensuais para o amante bem mais jovem, estourando o cartão de crédito no shopping, enchendo a cara e virando alcoólatras (alcoólicas), ficando anoréxicas ou Mulheres que Amam Demais. E o que dizer dos personagens masculinos? Tenho dó dos homens nas mãos de Manoel Carlos, quase fatalmente eles se tornam cornos, e as galhas que eles levam são da mais potente rosca. Não posso deixar de falar das reuniões em casas (mansões) de amigos. Os tais encontros são sempre regados a um bom vinho, falando das viagens internacionais, das fortunas e falências de outros amigos bombadões e da violência no Rio de Janeiro. Ah! Sempre tem uma doméstica entrona, daquelas que dá pitaco em toda conversa, falando de algum caso que ocorreu na sua comunidade. Tem ainda um amiguinho pobre, mas bonito, que sempre termina a novela casando com alguém muito rico, há incontáveis cenas em Copacabana e explorando outros postais da Cidade Maravilhosa. Maneco também adora falar de sonhos -ele deve ser fã de Freud-, de como eles podem se tornar realidade. Mas é dos personagens que sonham muito que sinto mais pena; são os que mais sofrem a novela toda e geralmente perdem alguém muito amado. E assim segue a novelinha nossa de cada dia, toda noite a gente espera um novo capítulo, e toda vez que ele se encerra penso: Será que a vida é tão boa assim? Será que a vida é tão perversa assim? O que sei mesmo é que a gente acaba querendo o cabelo da mulher da novela, o carro do homem da novela, as roupas das meninas da novela, etc, etc, etc. A gente quer a vida da novela, o homem da novela. E o que a gente ganha? Só a tristeza dos personagens mais sofridos da novela. Tristeza por procurar todas essas coisas e nunca encontrar, afinal elas não existem, ou melhor, existem apenas nas novelas do Maneco. Não, não vamos ouvir uma bossa romântica quando dermos o primeiro beijo no ser amado, nem estaremos envolvidos por um cobertor de lã em frente à lareira quando o cara falar eu te amo. Ah! Talvez esse cara nem chegue a falar, e talvez não seja porque ele não ama: Já parou pra pensar que isso pode ser coisa de novela? Não quer dizer que fazer um passeio de fusca ao envés de conversível seja menos interessante, ou que namorar o José, filho do vizinho, seja o fim, já que ele não é o Zé(José) Mayer. E eu tava brincando, viu? Não quero ser a Helena do Maneco. Sou feliz enquanto Juliana. Tenho vivido boas doses de dramas, desamores, tristezas. Mas também tenho provado o lado bom da coisa. Já provei, inclusive, o amor (ou a paixão), e foi bom enquanto durou, e sei que ainda há muitas surpresas reservadas pra mim. Eu não preciso esperar que a minha vida seja como na novela. É, estou satisfeita. Mesmo dando chapinha no cabelo e esperando o meu Zé, que pode ser o filho do vizinho. Aliás, nem pelo filho do vizinho posso esperar: Seu Gilvan não tem um filho José. Mas pra não dizer que o Maneco só dá bola fora... Lembrei de uma Helena que conheço e é feliz. Minha Tia Lena, né Tia? E um José que é o máximoooo: Painho - kkkkkkkkkkkkkk. Aguardem as emoções dos próximos capítulos!!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sobre as mulheres e sobre os homens... E sobre amor e felicidade!


Cheguei do curso e resolvi, antes de qualquer coisa, checar o meu e-mail. Logo de prima li um que me deixou bastante reflexiva. Uma amiga me contava sobre um paquerinha (não posso entrar em detalhes)... Logo pensei no quanto é difícil se relacionar com os homens, e certamente eles também acham complicado o relacionamento com o sexo oposto (ou o mesmo sexo, né?). Somos muito diferentes! Nós, mulheres, gostamos de falar dos problemas do dia, das alegrias também, gostamos de falar dos planos pra o futuro, dos medos, dúvidas... De tudo, tudo mesmo. Já eles preferem deixar os problemas no trabalho, sentir as alegrias - sem ter que relatá-las para nós -, controlam os medos e dúvidas, não pensam tanto no futuro, esperam que ele chegue e pronto, se esse tal futuro chegar mesmo... Aí eles terão um plano de "última hora"! Toda mulher já deve ter ouvido um "quando isso acontecer a gente pensa, né amor?". Eles adoram empurrar com a barriga, seja combinar o próximo fim de semana, seja marcar a data do casamento (se o relacionamento já estiver nesse nível, é claro). Até as mais moderninhas, que saem com as amigas na sexta pra tomar uma cervejinha e tudo, encaram com menos facilidade que os homens ter que ir ao casamento da melhor amiga desacompanhada, por exemplo. Parece que por trás da ausência do ser amado há uma mensagem do tipo: "Eles não estão bem". A gente liga muito mais para os detalhes, e para as malignas linguas também - Kkkkkkkkkkkkkkk. Os homens, e peço desculpas às meninas que não concordam comigo, sabem, de forma irritante, simplificar as coisas. Eu morro de inveja disso, sabe? Como eles conseguem? Acho que só a ciência explica; só pode! Eles são felizes por conseguirem não pensar tanto, por não discutirem tantas vezes o relacionamento, por não brigarem loucamente com a balança, por não terem TPM, por não terem que ir ao salão de beleza fazer depilação, pintar cabelo e unhas - tô falando dos homens menos "metro", viu gente? Eles não pecisam mais do que um jeans e uma camiseta, apesar de que os metidos a estilosos dizem amar mulheres de camiseta e jeans. Olha, se quiserem acreditar, acreditem! Eu não creio nisso! Eles amam aquelas bem "muLESINHAS". Ah! E se usarem vestido... Vão à loucura. A reação masculina à frustração também impressiona. Os cabras não se traumatizam, entram em depressão ou pensam que o amor não é para eles - AMOR???? Vocês conhecem o famoso Johnnie Walker? Pois é, "keep walking"! Felizmente, muitas mulheres estão adotando uma postura muito próxima à masculina. Claro que nunca seremos iguais, graças a Deus! Entretanto um equilíbrio se faz necessário, acho que só assim os relacionamentos serão menos complicados, menos sinuosos, desencontrados, infelizes e sem magia. A magia do amor verdadeiro (existe isso??), da química. A gente tem que, finalmente, entender o que é vida a dois. Viver assim não significa viver em tempo integral a vida do outro, mas viver juntos e saber viver separados. Cada um com seu gosto, com seus programas, com a sua individualidade. Eu sei que o amor é difícil e sei que não é impossível. Sei que não existe uma fórmula para o sucesso e sei que existe o diálogo, a ponderação a compreensão. Eu sei que existe a felicidade e sei que ela é para todos, homens e mulheres, que não desistem dela. Melhor ser feliz com amor, pois como dizia o poeta "fundamental é mesmo o amor / é impossível ser feliz sozinho". É!!! Keep walking!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

"Arrastapé dos Modernos"


Fogos, fogueiras, balões, brincadeiras... Mas uma tristeza que sempre estava lá, e eu sabia que seria assim, não chegava a me incomodar. Tristeza pelo time desfalcado, corpo e coração exaustos.
Bom, resolvi viajar no São João com alguns amigos. 250km! 250km! Para um pouquinho! BEBE um "pouquinho"! 280km! Na viagem de ida... Algumas cervejas e toda uma expectativa - esperança fundada em supostos direitos, probabilidades ou promessas. Direito à felicidade, probabilidade de morrer duma cachaça, promessa de não virar sócia da Oi depois do primeiro litro de "cana" derrubado, de não virar filósofa de mesa de bar, romântica da balada ou descer do meu salto arezzo vermelho. Mas... Voltando ao assunto... Fomos a Arcoverde, terra do "São João dos Modernos" (tudo por causa do Cordel do Fogo Encantado), e logo na chegada fomos direto ao Alto do Cruzeiro, um point dos descolados que adoram cultura regional, e demos continuidade aos trabalhos. Pitu, Nova Schin e torradas Bauduco com patê de atum Coqueiro. Ah! Preciso registrar meu protesto. Quem inventou esse negócio de patrocínio, hein? Poxa, eu pensava que tinha o direito de escolher a marca da minha bebida. Fomos obrigados a beber Nova Schin todas as noites. Penso que antes de escolher o destino da minha próxima viagem festiva vou me informar a respeito dos patrocinadores!!! Voltando mais uma vez... Depois do alto do Cruzeiro fomos pra casa tomar banho - ao menos alguns de nós tomou, comer e seguir para o foco da festa, a praça central. Pra falar a verdade eu nem lembro a atração do primeiro dia, eu só lembro que brincamos na barraquinha de tiro ao alvo e bebemos 51 nos chapéus. Também lembro de uma espuminha boiando na cachaça, assim como de um pó de tonalidade marrom. No dia seguinte fomos a um sítio bem legal e à noite... show do Cordel. MARAVILHOSO!!! Não posso deixar de lembrar das fogueiras, crianças vestidas de matutinhas, da hospitalidade de meu irmão (mais velho) e minha cunhada, das boas risadas!!!
A atmosfera do São João é muito boa e tem um significado especial para mim. Recordo com muito carinho da minha infância, das minhas raízes, dos meus avós, de quando eu brincava em volta da fogueira na roça de Tio Neto ou das festas nas barraquinhas do IV, lembro de painho comprando chuvinha para mim e meus irmãos, das pamonhas de Vovó Teresinha, das danças de Vovô Vavá, de minha mãe pintando bigodes nos meus irmãos e sinais (mais) no meu rosto... Que minha infância passou... Vovô Vavá, Antônio e Vovó Dalva não estão mais aqui... Lembrei dos primos e amigos que o tempo e a vida afastam do nosso convívio, das amigas que casaram e mudaram de cidade, lembrei de Amanda, de Henrique, de Renata, de Roberta, de Bella, de Jacque... Foi por vocês que me diverti, mas foi por causa de vocês, ou melhor, pela ausência de vocês, que a festa não foi melhor. Mas... eu já entendo que é assim que a vida funciona e o meu São João foi muito bom, apesar dos pesares!!! Que no próximo ano estejamos todos com as perninhas saudáveis, afinal de contas o "arrasta pé" não pode parar!!!

domingo, 14 de junho de 2009

Dia dos Não Namorados e do Ex Namorado


A semana passada foi bastante complicada. Começou com terapia grátis e fuleira, mas é melhor eu nem entrar nesse assunto, e depois, meu irmão caçula faria uma conexão bem demorada em Recife e nos veríamos, mas a aeronave quebrou e mudaram o vôo dele, ou seja, não deu certo vê-lo. Muitas dificuldades no curso. Muito cansaço e uma dor "filha da mãe" no meu braço direito. Meu irmão mais velho veio assitir aula de especialização e minha cunhada o acompanhou. Sexta a tarde eu e ela fomos ao shopping comprar o presente dele, Dia dos Namorados. Confesso ter pensado que seria bastante difícil a data para mim, afinal de contas há mais de dez anos eu não passava tal dia desacompanhada, esse ano seria então o dia do não namorado. No final das contas o dia 12 de junho de 2009 foi o dia do ex-namorado. Eu vou explicar melhor essa história. Na quinta, dia 11, o celular toca, antes de atender eu olho várias vezes pra acreditar, era ele, verdadeira alma penada que resolveu dar as caras as vésperas do Valentine's Day. A conversa era do tipo "eu nem lembro que amanhã é Dia dos Namorados, mas..." Ele queria "combinar algo" para a sexta. Eu respondi que tudo bem, que quando saisse do curso ligaria e falaria o lugar do tão "inusitado" encontro. Bem, mas a dor no braço e passeio no shopping, trouxeram-me um banzo do tamanho do mundo. Em todos os cantos daquele centro de compras muitos casais fazendo demonstrações públicas de amor, afeto e carinho, muitos namorados comprando presentes de tamanhos errados, cores trocadas, aromas não tão desejados... poucos conheciam, de fato, suas companheiras, e acertavam nas escolhas (e não se trata de um blefe meu falar isso, é quase estatístico, é comportamental - kkkkkkk...) Muitas namoradas tentando encontrar o presente perfeito, acertar em cada detalhe, ainda que para eles não haja diferença entre um Herrera e um Boticário, ou uma Hering para uma Ellus, um presente com ou sem cartão. Além do mais me questionei a respeito dessas tão calorosas demonstrações públicas de afeto. Por que, ao longo de todo o ano, elas não são mais frequentes? Por que tem que existir o Dia dos Namorados pra gente perceber que a solidão também apavora os homens, que eles, por medo da tristeza da "sexta feira 12"(poderia ser 13, né?) sozinhos em casa, pensando na ex que provavelmente já tem outro, tentam se garantir um dia antes e ressurgem como espíritos zombeteiros nas nossas vidas? É sério. Eu senti nesse dia 12 um pouco da humanidade masculina, e do egoísmo. Além da alma penada da quinta, um ex namorado deixou um recadinho no meu orkut via testimonial. Mais uma vez percebi o quanto eles parecem conosco. Sabe por que a mensagem foi via testimonial? Creio que pelo receio de encarar a resposta, principalmente porque anos atrás esse cara resolveu namorar comigo e com outra (ao mesmo tempo). Acho que o convite eletrônico também acalenta as esperanças, afinal quando não recebemos retorno, ficamos pensando que a pessoa não abriu o orkut naquele dia e tal, que pode ter ocorrido um improvável problema de conexão, que a mensagem não chegou. Olha, vou confessar que fiquei bastante curiosa com a mensagem do ex, passei o dia no shopping refletindo sobre esses convites, pensei bastante... Decidi que ligaria para o ex, não porque era Dia dos Namorados, mas porque havia gostado muito dele no passado e desde que terminamos nunca nos encontramos. Cheguei em casa, tomei mais remédio pra o braço e liguei para o ex confirmando o encontro. Saímos, conversamos, dançamos. Foi legal. Ah! E quanto ao primeiro convite... Não aceitei porque o cara é muito sequelado, sabe? Ele é daquels que sufoca, que te agarra o tempo inteiro e que te diz: "Você tem uma beleza exótica". Ai, que nojo. Odeio esse papo de beleza exótica. Isso é quase "olha, ainda não peguei alguém com seu fenótipo". Exótica para a listinha dele, entendem? Ele faz o tipo "volta pra o mar, oferenda"!!! Pois é, foi o dia do ex namorado. Um dia curioso, cheio de reflexões, o dia em que pude perceber como os homens são tão "mulherezinhas". Foi uma grata surpresa de sexta feira 12. Homens, não tenham medo de externarem seus medos, sentimentos, isso é o que nós mulheres mais queremos, mais até do que caros presentes de Dia dos Namorados. Melhor que jóias da Vivara, e olhe que elas possuem garantia eterna, viu???

OBS: Ah! E uma amiga nos acompanhou. Ela agarrou dois não namorados - hehehe.

Quem sou eu